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Edital “Festival Cultura DendiCasa” terá inscrições abertas no dia 31 de março

O Governo Estadual do Ceará lançou um edital para estimular as pessoas a respeitarem o isolamento social durante o período de epidemia da Covid-19. Oriundo do Fundo Estadual da Cultura, o Edital terá reculro total de R$ 1 milhão. Ao todo, serão selecionados até 400 projetos com o valor fixo de R$ 2500.

Para que a execução do Edital fosse feita de forma menos burocrática, simplificando a inscrição e facilitando o acesso dos cidadãos cearenses aos recursos públicos previstos, foi necessária a aprovação, por parte da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará, da alteração da Lei Complementar 119 de 28 de dezembro de 2012. A votação para a aprovação da pauta, ocorrida ao final da tarde de sexta-feira (27/3), contou com a participação de 43 deputados, em Sessão Extraordinária via Sistema de Deliberação Remota (SDR).

“A aprovação desta lei implica em uma conquista pontual, porém importante para o campo artístico e cultural porque visa simplificar os procedimentos para financiamento dos projetos e dar maior celeridade na tramitação dos processos, permitindo-nos um mecanismo mais ágil para o pagamento dos projetos selecionados, em meio a esse contexto de emergência e de isolamento social no enfrentamento ao coronavírus. Nesse sentido, quero destacar a sensibilidade, atenção, firmeza e compromisso do Governador Camilo Santana no envio e sanção desta lei, tendo em vista o momento que estamos enfrentando.
Estaremos injetando R$1 milhão na economia destinado a profissionais da cultura, que são em sua maioria autônomos ou não possuem renda fixa”, destaca o secretário Fabiano Piúba.

Segundo especifica a Lei Complementar, o Edital “Festival Cultura DendiCasa: Arte de Casa para o Mundo” é essencial para o incremento da economia artística, criativa e cultural no Ceará, neste contexto de enfrentamento do Coronavírus. Além disso é uma forma de garantir ao povo cearense o acesso à cultura, de maneira inovadora e democrática. “Precisamos ter em vista que a grande maioria dos profissionais da cultura não tem renda fixa, são autônomos e dependem da execução de seus projetos. Existe toda uma cadeia produtiva impactada drasticamente pelo cenário em que nos encontramos, que vai do artista da ponta aos profissionais de apoio técnico, passando por produtores, empresas de produção, casas noturnas, espaços culturais, dentre outros”, ressalta a coordenadora de Economia Criativa da Secult, Laízi Fracalossi.

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